Sindicato do Vestuário de Sorocaba

Imagens da luta
Endereço

Rua Júlio Hanser, nº 140 – Sala 01 – Jardim Faculdade – Sorocaba/SP.  CEP:18030-320

Fone: (15) 3222•2122

         

 

Celular/Whatsapp: (15) 99119•7574

E-mail: stivestuariosor@uol.com.br

Encontre-nos

Novo desenvolvimento/atualizações: Associação Participi de Comunicação Cidadão
Profissionais responsáveis: João Andrade || Giovani Vieira Miranda

Temer deixa gás de cozinha 67,8% mais caro em 2017

December 11, 2017

 Uma pesquisa realizada pelo Datafolha e divulgada nesta sexta-feira, 8,   revela que  para 67% das famílias os aumentos abusivos no gás de cozinha, autorizados por Michel Temer (PMDB), causam grande impacto na renda familiar. Outro dado preocupante é substituição do gás pela lenha nas periferias das grandes cidades, sinal claro de retrocesso econômico e aumento da pobreza. “Chegar ao ponto de faltar gás na casa das pessoas fere a dignidade humana. Não é só um problema de reajuste, não é só um problema econômico, é uma violação grave das condições mínimas que uma família precisa”, denunciou Jandyra Uehara, secretaria nacional de Políticas Sociais da Central Única dos Trabalhadores, CUT.

            Desde agosto desse o preço do gás de cozinha não para de subir e os reajustes mensais estão bem acima da inflação. O último aumento foi anunciado pela Petrobras na última segunda-feira (04) e entrou em vigor no dia seguinte. O reajuste foi de 8,8% no preço do botijão de gás.

 

            Só neste ano o reajuste chegou a 67, 8% - o valor médio do botijão saltou de R$ 55, 74 na primeira semana de janeiro, para R$ 65, 64 no início de dezembro, preço que pode ser ainda maior nas distribuidoras, já que não há regra de preço fixo para o produto, que é considerado de primeira necessidade.

            Na avaliação da diretora do Procon-SP, Ana Paula Moraes Sattheki, o Brasil “não tem necessidade de reajustar o gás todo mês. Temos o pré-sal com petróleo jorrando em todo canto. Temos boa condição de exploração. É algo inexplicável que só acontece neste país”. “As entidades de classe têm que demonstrar sua revolta com a política de preço que a cada dia é exagerada ao extremo”, diz.

Please reload