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Aplicativo é usado para combater trabalho escravo no setor têxtil


Funciona desde abril de 2016, uma versão atualizada do aplicativo Moda Livre, que, segundo a ONG Repórter Brasil, idealizadora do projeto, serve para avaliar as ações que as principais empresas do setor têxtil vêm tomando para evitar que as suas peças sejam produzidas por mão de obra escrava. “Além disso, o aplicativo oferece ao consumidor, de forma ágil e acessível, informações sobre as marcas envolvidas em casos de trabalho escravo na indústria do vestuário em todo o território nacional”, define a Repórter Brasil.


O projeto conta com o apoio do DGB Bildungswerk, um instituto de formação da Central Sindical DGB, que têm sede na Alemanha.

Marcas com piores avaliações


As marcas com piores avaliações no APP são 775, A.Brand, Animale, Armazém Paraíba, As Marias, Avenida, Barred’s, Belart, Besni, Brooksfield, Broodsfield Donna, Calvin Klein, Camisaria Colombo, Cavalera, Centauro, Colcci, Condor, Demillus, Fábula, Farm, Fashion Clinic, Fenomenal, Foverer 21, Forum, Foxton, Fyi, Gangster, Gregory, Handbook, Havan, K2B Infantil, Lafee, Levi’s, Lilica e Tigor, Marisol, Modgrif, M.Officer, Puma, Seiki, Side Walk, TNG, Torra Torra, Track&Field, Trifil, Triton, Tufi Duek, Unque Chic e Vila Romana.


Além do histórico sobre incidência de utilização de mão de obra análoga à escravidão, cada marca é avaliada por seu comportamento para prevenção do trabalho escravo e método para informar aos clientes e sociedade de supostas ações realizadas. O aplicativo menciona todas as razões para a avaliação, seja ela positiva ou negativa.


Link’s para baixar o aplicativo “Moda Livre”:

Androide: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.org.reporterbrasil.modasemescravos&hl=en

Iphone: https://itunes.apple.com/us/app/moda-livre/id768062605?mt=8

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